A cena que vendeu ‘Doidão’ (The Wackness, 2008) e que todas as revistas sensacionalistas do mundo comentaram foi a de Ben Kingsley dando uns pegas mais fortes com Mary-Kate Olsen (no papel de uma viciada maluquinha) dentro de uma cabine telefônica. Mas essa cena é menor no contexto de um filme que, apesar de estar cheio de clichés, deve ser assistido. Jonathan Levine, o diretor, que jura que é autobiográfico, a não ser pela parte das drogas.
A história não tem nada muito novo, é a velha história do relacionamento entre um adolescente cheio de problemas, Luke Shapiro (Josh Peck), e seu analista, Dr. Jeffrey Squires (Ben Kingsley), que passa por uma tremenda crise da meia idade. Os dois se unem para curtirem um pouco a vida e deixarem os problemas de lado, e criam uma amizade muito peculiar que gera ótimos momentos.
É bem provável que você ache estranho as fitas K7 e alguns outros detalhes do século passado que deixaram de ser relevantes ainda naquele século, já que o filme se passa durante a primeira metade dos anos 90. Mas isso é o de menos. Ben Kingsley é um grande ator que rouba o filme para ele, transformando o garoto em um mero (mas importante) coadjuvante. A bela Olivia Thirlby também enche os olhos, no papel da enteada de Kingsley, por quem Luke se apaixona. Uma bela fábula moderna.
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Um Comentário
axo q isso de dar nota pro filme nao da certo
pq cada um tem uma opiniao
outra pessoal pode muito bem gostar desse filme , axar graça, xorar, se emocionar, ettc et al
nao apoio essa postagenss
bjos na bunda ate segunda :p