Me lembro de ter adorado ‘Nascido Para Matar‘ (Full Metal Jacket, 1987). Eu tinha 16 anos e aquele era o momento em que eu passaria a ter noção de quem era Stanley Kubrick. Diria ainda que foi o filme que me fez prestar mais atenção na parte técnica de um filme, como o plano-seqüencia e o ‘embromation’.
‘Embromation’? Sim, preste atenção nos carros que passam nesta cena e você vai entender o que eu quero dizer.
‘Me love you long time!’
Compre!
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27 Comentários
Pô, é o tempo necessário para digerir e cagar a cena do Pyle…
E adeus Nikkormat…
Ei vc sabe o quanto é dificil sair de uma rotatoria?
De um desconto para os motoristas de lá
Falando em Kubric e embromation, não tem como lembrar de 2001 e a cena psicodélica do final…
Fala ae Castrezana. Tá aí uma pauta pro blog: espnbrasil.terra.c…6_HOMEM+E+TUDO+IGUAL
Procura mais informações, chorei de rir com a cara da Victoria, hehe. Abraço.
Falando em 2001, todo mundo fala tanto desse filme, tudo bem que foi revolucionário para a época, mas dizer que é o melhor filme de ficção cientifica de todos os tempos é um exagero sem igual ! Acho que a grande sacada dele, foi dar margem para tantas interpretações diferentes, e não pela genialidade do filme em si…
Fui obrigado a passar para a frente a cena psicodélica do final … terrível !
Eu acho 2001 um dos melhores filmes de todos os tempos.
ué, e se eles moram no interior de sabe-seládeusonde e não tem ruas pavimentadas para andarem, alem da pracinha com rotatória e da rua central da cidade? normal ficar dando voltinhas na rotatoria para ver se descolam algumas garotas
ahahahahaha
2001 antecipou tudo, imagine as pessoas em 1968 vendo uma tv de plasma pendurada na parede…wtf!?…reuniu num mesmo projeto um dos maiores diretores e o maior autor de sf(Arthur C.) q, entre outras coisas, foi o primeiro a descrever em detalhes a possibilidade de comunicação por satélites, não só foi revolucionário na época mas continua sendo até hj, mas isso eh o de menos, hj em dia oq importa sao os efeitos se o roteiro te fizer parar pra pensar 5 minutos não presta…bom essa é minha modesta opnião…aliás esse post virou um osso jogado pro alto hein castrezana :p
desde quando
você entende por parte técnica de algum filme?! Você é só um blogueiro zé ninguem.
Pensa que entende algo. Você com 16 já queria ser pseu-critico hauauuahuahuahua, ainda bem que num conseguiu. É um champs mesmo.
hahaha
Você não consegue ouvir, mas todos os motoristas são primos do Chevy Chase e estão falando dentro de seus carros:
- Olha o Big Ben. Olha o Parlamento!!!
http://www.youtube.com/watch?v=QVTVa4B1rSc
Concordo que os filmes de hoje em dia são bastante superficiais, em sua maioria, mas lendo as interpretações que as pessoas tiraram do 2001, continuo achando que a sacada dele foi dar essa grande margem de interpretação …
Revolucionário por revolucionário fico com 1984 do George Orwell, ou Admirável Mundo Novo do Huxley, apesar dos filmes não chegarem aos pés dos livros.
Castrezana,
Olha um video com um excelente resumo simplificado da tal crise de credito, para que as pessoas entendam melhor o que houve. vimeo.com/3261363?…ed&sec=&hd=1
Sem mais,
LmT
esse filme aí é muito bom, nunca reparei nessa rotatória sauhhuasa
o comentário do “mauricio” foi genial!
Nada demais eles são controlados pela detran-rj
pow galera foi o velho truque do ” vamos ver quem eh viado enrustido”, quem perceber os carros atras ao inves de ficar olhando pra essa moreninha safada eh……GAY!!!
sinto muito, mas muitos terao que concordar comigo…heehehehe
O roteiro de 2001 é tão visionário quanto o de 1984 ou o de Admirável Mundo Novo, Laranja Mecânica ou Fahrenheit 451, com a vantagem de ser filosófico ao extremo. Não há absolutamente nada a ser criticado em 2001, tanto no quesito efeitos especiais quanto no quesito fotografia e, mais absolutamente ainda, como eu já citei, no quesito roteiro. 2001 é o tipo de história que não pode ser criticada por ninguém que não tenha lido os 4 livros da série. A profundidade da abordagem de 2001 ultrapassa qualquer barreira imposta pra sci-fi, sob qualquer aspecto.
Quem critica 2001, depois de ler os 4 livros, das duas, uma: quer criar polêmica pagando de espertalhão ou então não entendou merda nenhuma. O filme é o reflexo da obra de Clarke nos olhos de Kubrick: simplesmente foda.
Muito bom o comentário do Jack, mas reafirmo que como espectador, acho a cena psicodélica do final simplesmente horrível.
Sem querer pagar de espertalhão e acreditando que entendi algo…
Eu gosto do final. Quando assisti no cinema sai do filme em câmera lenta. Acho que funciona mais numa tela grande que numa pequena.
É que a cena final tenta retratar uma coisa difícil de ser retratada, que é quando o Bowman, na verdade, se transforma em energia pura e mantém sua consciência intacta, permanecendo assim, imortal. Isso é o mesmo que vai acontecer ao HAL nos livros posteriores.
A vantagem dessa cena no filme é que ela ficou tão psicodélica mesmo que dá a cada um uma noção e uma idéia diferente do que está ocorrendo, já que o fato não se explica em claras letras. O segredo para assistir a essa cena, na minha opinião, é isolá-la do resto do filme, cara. Acho que ficou mais uma sequência pra ser sentida do que pra ser compreendida mesmo. Acredito que essa tenha sido a idéia do Kubrick, regida sob a batuta do Clarke, que era vivo na época. Eu vejo essa cena como uma espécie de videoclip. Esse final, sozinho, não fica nada atrás do videoclipe “Scream”, do Michael e da Janet Jackson, que foi produzido às custas de 7 milhões de dólares. Se a gente compararar com os 10 milhões que custou 2001 inteiro, e se imaginarmos que o tempo de vida de Scream no imaginário do público provavelmente nem se comparará ao de 2001, parece simples perceber que Kubrick saiu no lucro.
Tá bom, eu admito que sou suspeito pra falar de 2001, já que sou fã assumido tanto do Kubrick quanto do Clarke.
O Jack manja do assunto. Castrezana convide-o para as criticas cinematográficas.
Acho muito interessante esse tipo de atitude quando em uma discussão, se determinada pessoa tem suas crenças colocadas em dúvida, na falta de argumentos, a primeira atitude é a de sempre menosprezar as opções alheias …
Mas essa é uma atitude humana, demasiado humana , caro Gustavo. Creio que até mesmo chimpanzés fariam a mesma coisa se tivessem o dom da oratória. O problema verdadeiro não reside em menosprezar a opinião alheia, mas sim em sentir-se menosprezado em sua opinião virtualmente menosprezada…
Ou não.
Me lembrei de “O Show de Truman” quando vi.