STJ concede liminar proibindo polícia de algemar Salvatore Cacciola
Espere só para ver. Quando a lei do Azeredo passar vai ter um monte de internauta (pobre) sendo algemado ‘pra servir de exemplo’.
O presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), Humberto Gomes Barros, concedeu liminar no habeas corpus ajuizado pela defesa de Salvatore Cacciola, proibindo a polícia brasileira de algemar o ex-banqueiro, que deve chegar nesta quinta-feira ao Rio de Janeiro. Ele foi extraditado nesta quarta-feira de Mônaco para o Brasil.
De acordo com o STJ, o ministro Gomes Barros considerou que devido à idade (64 anos), Cacciola não representaria risco aos policiais que irão acompanhá-lo. E por isso não há a necessidade de algemá-lo.
A defesa de Cacciola também havia pedido que ele não fosse colocado na parte traseira de um camburão policial e que tivesse direito a uma cela especial. O STJ negou esses pedidos. Quanto ao pedido para que Cacciola aguardasse o julgamento em liberdade, o STJ remeteu a petição para que o Ministério Público dar seu parecer. "Queremos evitar a especularização do caso", disse o advogado Carlos Ely Eluf.
Segundo o advogado, a chegada de Cacciola ao Brasil será acompanhada por um membro da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). "É preciso zelar pelos direitos humanos assegurados pela Constituição do Brasil e pela convenção da ONU."
Cacciola deixou Mônaco em um helicóptero. O ex-banqueiro chegará ao Brasil acompanhado por uma escolta formada por agentes da Polícia Federal e funcionários do Ministério da Justiça.
A viagem de Cacciola começou na manhã de hoje, quando ele deixou Mônaco e seguiu para Nice, na França. Depois, em um vôo de carreira da TAM, ele embarcará para o Rio.
A extradição de Cacciola foi anunciada há 12 dias, quando o governo de Mônaco autorizou a extradição do ex-banqueiro, que é condenado no Brasil a 13 anos de prisão pela prática de vários crimes.
O ex-banqueiro foi preso pela Interpol em Mônaco, em setembro do ano passado, enquanto passava um final de semana de lazer, longe da Itália –país do qual tem a nacionalidade e de onde não poderia ser extraditado para o Brasil em decorrência de acordos diplomáticos.
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12 Comentários
Ouuu… o presidente do ST(in)J mandou tirar Daniel Dantas da prisão, ae depois disso o delegado eh afastado…
Existe um mundo paralelo no brasil. O third life, onde só politicos e afins vivem.
Num tem lógica o tando de treta que acontece e ninguem fica sabendo!!!!
Quem tirou o Dantas da prisão foi o do STF, não do STJ, se não me engano.
Os 2 policiais que mataram o menino no RJ estão soltos.
Dantas + Nahas + Pita + gangue estão soltos .
Os caras que falsificavam carteiras estão soltos.
O Maluf continua solto.
O Pimenta que matou a namorada tmbém está solto.
Tamo FUDIDO.
nessas horas é que lembro dos casos de pessoas que foram presas e condenadas por roubarem 1 bombom…
ou dos que foram e permaneceram presos por roubarem comida pra não morrer de fome.
Ex-banqueiro Cacciola volta ao Brasil, dizendo que nunca foi um foragido.
“Ele nunca foi foragido, ele foi extraditado [com a moral que ele tem] atoa”
É… o cara, que faliu um banco por pura corrupção, foge pra naum se foder, quando finalmente é extraditado depois de um século de enrrolação, ainda chega no país como se fosse um diplomata ou líder de estado?? Sinceramente, naum acredito mais na justiça de merda desse país.
putzparil
Só é preso no Brasil quem não tem um bom advogado… e viva o Estado de direito!
O que o Gabriel falou é a pura verdade, ouvi isso em um presidio que visitei a um mês atrás. Um dos presos me falou algo parecido: – Aqui só fica quem não tem grana pra bancar um advogado. Aqui dentro você não vê mimguém que tem a “bala” .
esse brazilzão com ‘z’ tá correto?
não querendo ser chato só curiosidade
Não, tava errado mesmo. Pior que levou um tempo para alguém perceber.
Valeu. Corrigido.
AS forças politicas de um grupo é a resultante de sua eficácia na sociedade. O Poder economico, O poder bélico, o poder da maioria… A democracia é o poder da maioria. Mas quando a maioria é silente, os detentores dos poderes de fato se rebelam e mostram toda a sua arrogância. Talvez repensemos se não entraremos em uma nova era feudal, e dessa vez as fronteiras serão os muros e o dinheiro a chave do portão.