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	<title>Comments on: Não estamos no mesmo barco?</title>
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	<description>O Maior Espetáculo da Internet</description>
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		<title>By: Rodolfo Castrezana</title>
		<link>http://oblog.virgula.uol.com.br/omedi/2008/06/nao-estamos-no-mesmo-barco/comment-page-1/#comment-12787</link>
		<dc:creator>Rodolfo Castrezana</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 04:14:49 +0000</pubDate>
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		<description>Credo. Ler isso até o final me deu dor de cabeça.
Onde eu aperto a tecla SAP?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Credo. Ler isso até o final me deu dor de cabeça.<br />
Onde eu aperto a tecla SAP?</p>
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		<title>By: andre</title>
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		<dc:creator>andre</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 04:09:20 +0000</pubDate>
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		<description>Não me fiz claro, não estou defendendo o governo, estou propondo(hipótese) uma solução, que seja, a substituição das contribuições previdenciárias do trabalhador pela a CPMF, ou a diminuição da alíquota do IR pela CPMF. Não é um aumento da carga tributária, é uma adequação tributária(substituição de alíquotas. Uma boa solução você trouxe, em relação a isenção para pequenas movimentações financeiras, porque isso não muda em nada a potencialidade desta contribuição. Ou seja, tiraria de forma mais equanime a tributação dos menos favorecidos. 
Quanto a lógica do repasse, ela é ao menos no cheiro verdadeira.  O preço da mercadoria é dado pela oferta e procura, a mais simples do Adam Smith. Isso jsutifica porque os carros aumentam anualmente seus preços, por pequenas &quot;inovações tecnológicas&quot;. A CPMF, também, embora reflexamente é um &quot;imposto&quot; sobre o consumo, mas não com a excelência do ICMS estadual. Só que o ICMS tem alíquotas pra mais de exagerada 25%, 18% 37%...E a grande imprenssa não fala nessa discrepância, e  o pior o ICMS é altamente sonegável, o perfume que tema alíquota de quase 100% se o empresário vender barato a receita desconfia, através da nota fiscal. Ou seja, o empresário além de sonegar ainda lucra bastante em cima da mercadoria botando a culpa nos impostos. Ou seja, o ICMS é enorme na aliquota mais com baixo poder de arrecadação. Ao iverso da pequenina CPMF. 

Só para dá um exemplo, a CPMF( que eu chamo de imposto, por causa da base de calculo própria de imposto) sozinha ( o que por outras razões sou cotrário ao imposto único), mero exemplo) a uma alíquota de 7, 8% responderia por 800 bilhões de arrecadação. Ou seja, o bolo todo, mesmo supondo a isenção que o sr. sugeriu dos 10 mil. Ao invés daqueles 40% alardiado pela imprenssa. Imagine a contribuição do brasileiro com capacidade contributiva seria só de 7,6%, sem 27% do IR, sem contribuições, e demais impostos na esfera federal. E imagine mais no seu sonho com um repasse para o consumidor em relação a tributação da União de 7,6%. Quase um milagre. Gostaria até de aumentar esse repasse em relação aos estaduais e municipais, mas não tenho dados para isso no momento, o que na verdade oneraria um pouco mais a CPMF, mas não tanto, talvez 14%( estimativa!!). Somente 14% mais a isenção proposta pelo o sr. Mas, eu acredito que a tributação deve vigorar em cada demonstração de capacidade contributiva acima do minímo vital( dignidade da pessoa humana). Espero que tenha me feito entender, porque a explanação apartir daqui exige mais conhecimento tecnico sobre jogos de poder, elite e tributação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não me fiz claro, não estou defendendo o governo, estou propondo(hipótese) uma solução, que seja, a substituição das contribuições previdenciárias do trabalhador pela a CPMF, ou a diminuição da alíquota do IR pela CPMF. Não é um aumento da carga tributária, é uma adequação tributária(substituição de alíquotas. Uma boa solução você trouxe, em relação a isenção para pequenas movimentações financeiras, porque isso não muda em nada a potencialidade desta contribuição. Ou seja, tiraria de forma mais equanime a tributação dos menos favorecidos.<br />
Quanto a lógica do repasse, ela é ao menos no cheiro verdadeira.  O preço da mercadoria é dado pela oferta e procura, a mais simples do Adam Smith. Isso jsutifica porque os carros aumentam anualmente seus preços, por pequenas &#8220;inovações tecnológicas&#8221;. A CPMF, também, embora reflexamente é um &#8220;imposto&#8221; sobre o consumo, mas não com a excelência do ICMS estadual. Só que o ICMS tem alíquotas pra mais de exagerada 25%, 18% 37%&#8230;E a grande imprenssa não fala nessa discrepância, e  o pior o ICMS é altamente sonegável, o perfume que tema alíquota de quase 100% se o empresário vender barato a receita desconfia, através da nota fiscal. Ou seja, o empresário além de sonegar ainda lucra bastante em cima da mercadoria botando a culpa nos impostos. Ou seja, o ICMS é enorme na aliquota mais com baixo poder de arrecadação. Ao iverso da pequenina CPMF. </p>
<p>Só para dá um exemplo, a CPMF( que eu chamo de imposto, por causa da base de calculo própria de imposto) sozinha ( o que por outras razões sou cotrário ao imposto único), mero exemplo) a uma alíquota de 7, 8% responderia por 800 bilhões de arrecadação. Ou seja, o bolo todo, mesmo supondo a isenção que o sr. sugeriu dos 10 mil. Ao invés daqueles 40% alardiado pela imprenssa. Imagine a contribuição do brasileiro com capacidade contributiva seria só de 7,6%, sem 27% do IR, sem contribuições, e demais impostos na esfera federal. E imagine mais no seu sonho com um repasse para o consumidor em relação a tributação da União de 7,6%. Quase um milagre. Gostaria até de aumentar esse repasse em relação aos estaduais e municipais, mas não tenho dados para isso no momento, o que na verdade oneraria um pouco mais a CPMF, mas não tanto, talvez 14%( estimativa!!). Somente 14% mais a isenção proposta pelo o sr. Mas, eu acredito que a tributação deve vigorar em cada demonstração de capacidade contributiva acima do minímo vital( dignidade da pessoa humana). Espero que tenha me feito entender, porque a explanação apartir daqui exige mais conhecimento tecnico sobre jogos de poder, elite e tributação.</p>
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		<title>By: Rodolfo Castrezana</title>
		<link>http://oblog.virgula.uol.com.br/omedi/2008/06/nao-estamos-no-mesmo-barco/comment-page-1/#comment-12780</link>
		<dc:creator>Rodolfo Castrezana</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 03:04:22 +0000</pubDate>
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		<description>Ok. Você é especialista em direito tributário. Então me explique pq o governo não taxa SOMENTE os &quot;do outro lado&quot;?  Que culpa tenho eu se o governo é incompetente para tributar corretamente, para evitar a sonegação? Por que raios o governo não taxa somente as movimentações acima de 10 mil reais? Porque o dinheiro está no alto número de movimentações pequenas, as de poucos reais, e ele não é bobo nem nada.

Eu não defendo as empresas, eu não quero saber da mídia, eu defendo o meu bolso. Eu não estou preocupado com elas, e muito menos com o governo. Tou preocupado pq sou o magrinho remando, sendo lesado mensalmente por cada pequena movimentação financeira. Eu pago meus impostos, e qualquer trabalhador com carteira assinada tem o do governo retirado na fonte. Já não basta isso mais os impostos que cada empresa insere nos seus produtos, por conta das taxas do governo? Se o governo é idiota e não ganha em cima dos pedágios que eu tenho que pagar por sua ineficiência em cuidar das estradas, o que eu posso fazer? Para passar por eles eu tenho que pagar. Eu não sou culpado nem pela sonegação nem por permití-la.

Eu entendo perfeitamente que era o único imposto que se pagava, pq não havia opção. Mas vão taxar os grandes empresários, não o povo. Se o povo tiver que pagar por conta dos tais empresários aumentarem o valor dos seus produtos, novamente é o magrinho quem se fode. Ou seja, o magrinho se fode de todas as maneiras.

Mas o meu, direto na minha conta, mensalmente, nem fudendo!

Governo não gera renda, governo consome renda.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ok. Você é especialista em direito tributário. Então me explique pq o governo não taxa SOMENTE os &#8220;do outro lado&#8221;?  Que culpa tenho eu se o governo é incompetente para tributar corretamente, para evitar a sonegação? Por que raios o governo não taxa somente as movimentações acima de 10 mil reais? Porque o dinheiro está no alto número de movimentações pequenas, as de poucos reais, e ele não é bobo nem nada.</p>
<p>Eu não defendo as empresas, eu não quero saber da mídia, eu defendo o meu bolso. Eu não estou preocupado com elas, e muito menos com o governo. Tou preocupado pq sou o magrinho remando, sendo lesado mensalmente por cada pequena movimentação financeira. Eu pago meus impostos, e qualquer trabalhador com carteira assinada tem o do governo retirado na fonte. Já não basta isso mais os impostos que cada empresa insere nos seus produtos, por conta das taxas do governo? Se o governo é idiota e não ganha em cima dos pedágios que eu tenho que pagar por sua ineficiência em cuidar das estradas, o que eu posso fazer? Para passar por eles eu tenho que pagar. Eu não sou culpado nem pela sonegação nem por permití-la.</p>
<p>Eu entendo perfeitamente que era o único imposto que se pagava, pq não havia opção. Mas vão taxar os grandes empresários, não o povo. Se o povo tiver que pagar por conta dos tais empresários aumentarem o valor dos seus produtos, novamente é o magrinho quem se fode. Ou seja, o magrinho se fode de todas as maneiras.</p>
<p>Mas o meu, direto na minha conta, mensalmente, nem fudendo!</p>
<p>Governo não gera renda, governo consome renda.</p>
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		<title>By: andre</title>
		<link>http://oblog.virgula.uol.com.br/omedi/2008/06/nao-estamos-no-mesmo-barco/comment-page-1/#comment-12779</link>
		<dc:creator>andre</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 02:49:16 +0000</pubDate>
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		<description>Desculpe Rodolfo, mas a antiga CPMF só teve uma arecadação fabulosa, porque era justamente os que tinham maior capacidade contributiva que pagavam,era uníco &quot;imposto&quot; que não era regressivo. a 0,38% arrecadava 40 bilhões, e o imposto de renda a 27% e 17 % para empresas( embora haja vários descontos, vamos colocar média de 19%) arrecadava no mesmo período 150 bilhões Só que o IR cai sobre o funcionalismo público e trabalhadores (empregados0 da iniciativa privada. Os autonomos, e grandes empresas sempre se livraram atavés de tecnicas tributarias do IR. Isso explica porque a FIESP odiava a contribuição. Fazendo os calculos 150 bi é 3,75 vezes 40 bi, e 19% é 50 vezes 0,38%, ou seja como uma alíquota tao baixa consegue arrecadar tanto, e uma alíquota estourada tão pouco?? `Resposta simples é porque os tributáveis eram os que estão no outro lado do barco( da figura) sem a CPMF, voltou a carga tributária para o magrinho que está remando.
Outra opção seria ao invés do desconto de 11% que sai da folha de salário do que tá remando e o empregador nunca repassa( sonega). Ou seja, os trabalhadores ganhariam os 11% que é retirado da folha de salários, um bom aumento salarial, a previdência iria muito bem, e em troca cada trabalhador seria submetido, a mais ou menos, 0,38% com suas movimentações financeiras. A pergunta é em que lado do barco você está? Essa trará a resposta verdadeira. Não esperem que a Mídia patrocinada por fortes empresários tragam essa solução para vocês. Eu trago aqui!! Eu sou especialista em direito tributario.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Desculpe Rodolfo, mas a antiga CPMF só teve uma arecadação fabulosa, porque era justamente os que tinham maior capacidade contributiva que pagavam,era uníco &#8220;imposto&#8221; que não era regressivo. a 0,38% arrecadava 40 bilhões, e o imposto de renda a 27% e 17 % para empresas( embora haja vários descontos, vamos colocar média de 19%) arrecadava no mesmo período 150 bilhões Só que o IR cai sobre o funcionalismo público e trabalhadores (empregados0 da iniciativa privada. Os autonomos, e grandes empresas sempre se livraram atavés de tecnicas tributarias do IR. Isso explica porque a FIESP odiava a contribuição. Fazendo os calculos 150 bi é 3,75 vezes 40 bi, e 19% é 50 vezes 0,38%, ou seja como uma alíquota tao baixa consegue arrecadar tanto, e uma alíquota estourada tão pouco?? `Resposta simples é porque os tributáveis eram os que estão no outro lado do barco( da figura) sem a CPMF, voltou a carga tributária para o magrinho que está remando.<br />
Outra opção seria ao invés do desconto de 11% que sai da folha de salário do que tá remando e o empregador nunca repassa( sonega). Ou seja, os trabalhadores ganhariam os 11% que é retirado da folha de salários, um bom aumento salarial, a previdência iria muito bem, e em troca cada trabalhador seria submetido, a mais ou menos, 0,38% com suas movimentações financeiras. A pergunta é em que lado do barco você está? Essa trará a resposta verdadeira. Não esperem que a Mídia patrocinada por fortes empresários tragam essa solução para vocês. Eu trago aqui!! Eu sou especialista em direito tributario.</p>
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	<item>
		<title>By: GOM</title>
		<link>http://oblog.virgula.uol.com.br/omedi/2008/06/nao-estamos-no-mesmo-barco/comment-page-1/#comment-12760</link>
		<dc:creator>GOM</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Jun 2008 20:58:27 +0000</pubDate>
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		<description>grande Quino!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>grande Quino!</p>
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	<item>
		<title>By: Obvius</title>
		<link>http://oblog.virgula.uol.com.br/omedi/2008/06/nao-estamos-no-mesmo-barco/comment-page-1/#comment-12755</link>
		<dc:creator>Obvius</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Jun 2008 19:37:05 +0000</pubDate>
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		<description>Fantástico. Parece o meu trabalho...</description>
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