O Brasil tem tanto problema com o racismo quanto outros países do mundo. O maior problema por aqui é que quando se fala, tem que se ter muitos dedos, pois virou um assunto muito frágil, qualquer palavra mal interpretada pode ser encarada como racismo, mesmo em uma discussão inteligente.
A grande vantagem do Brasil em relação aos países europeus, por exemplo, é que as raças convivem muito bem por aqui, não temos conflitos raciais, em alguns bairros de São Paulo convivem pacificamente judeus, muçulmanos e asiáticos (ricos, claro). Mas o negro continua nas periferias.
Eu não acredito ser uma pessoa racista (minha ex-namorada é negra) e acho que o preconceito no Brasil existe sim, principalmente na mídia e nas camadas mais ricas da nossa sociedade. O racismo no Brasil é um problema social, educacional, financeiro ou racial mesmo?
O vídeo acima eu encontrei aqui

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15 Comentários
outra medíocridade é preto contando piada de preto e todo mundo rindo, como se isso fosse uma aceitação social. Se fosse branco contando as mesmas piadas, seria um absurdo (até processo). Mas o sentimento paternalista (e consciência pesada) alivia nessa situação “que barato, um negro contando piadinhas de negro!!”…
Já fazem quinze anos que eu sempre fui discordado dessa opinião, sempre falei do apartheid social e racial, desses blocos carnavalescos. É óbvio que o apartheid existe em restaurantes, shoppings, etc… Contudo, quando em solo público, a pipoca como são chamados, são torturados, vilipendiados, colocados a toda sorte para ver um pouco da luz dos espetáculos dos abastadinhos, torna gravosa e escancarada, o nojo, a repugnância e o medo que os riquinhos sentem dos pobres. Adoramos falar de Israel, E.U.A, Africa do sul, do Nazismo alemão, das ditaduras do oriente médio, das penas de morte chinesas, de Cuba… E assim tão de baixo do nosso nariz, não vemos que nós somos tão iguais a todos esses desiguais.
os blocos e os camarotes estão acabando o carnaval de Salvador! o q esta estabelecido no Carnaval não é um apartheid racial e sim econômico! Antigamente quando se ia comprar um abadá do bloco vc tinha q entega uma proposta(era tipo um ficha com um espaço pra foto e aquela coisas q conhecemos) e o q acontecia o bloco tinha o direito de aceita ou não e os blocos tidos de elite não aceitavam negros e td mundo sabia ai acontecia o apartheid racial mas isso acabou hj basta ter o dinheiro e vc pode comprar já q a justiça entrou pesado nisso! e agora esta estabelecido o apartheid social e como na Bahia a população é de maioria negra e esses negros pobres, acaba q não mudou muito os negros se apertando fora das cordas e a policia sentando o braço(algumas vezes com razão já q tem alguns cidadãos q aprontam mesmo… sei q vai vim um pra dizer q sou facista e td mais mas só quem esteve lá sabe como é) e a playboyzada q é a minoria dentro dos blocos e camarotes sossegados.
Achei muito boua a crítica do primeiro vídio, se faiz muito rebuliço com coisas pequenas (como chamar um negro de afro-descendente).
Ja o segundo, devemos encarar com outro ponto de vista. Como disse o Andre, o maior problema ali (pelo que eu vejo do vídio) é a discrimição econômica. Os que pagam pra ficar dentro da corda ficam sossegados, e os que não tem dinheiro ficam apanhando de policiais espancadores.
O fato de ter mais negros trabalhando do que brancos ja vem de muito longe da história do Brasil, e por rasões financeiras e não raciais. Muitos negros vieram pra ca como escravos, e quando foram libertados não ganharam nada, por outro lado, muitos imigrantes brancos vieram colonizar, e receberam terras pra vir pra ca… isso ja explica muita coisa.
oiew
nao me considero racista, mas detesto, detesto mesmo, pessoas mal educadas, pode ser branco ou negro, mas q tenha educação e o que conta…
vlws
Este filme é muito chato, muito “papo-cabeça” pro meu gosto. Está bem editado, mas é chato pacas.
Fui
Besteirol dos grandes este último vídeo. Ser babaca ou não nunca foi determinado pela cor, mas pela educação que recebe em casa. A questão é sim social! Só não acredita nisso quem tem que manter um discurso revolucionário pró-minorias, algo idiota no meu entendimento, mas que garante o emprego de muita gente. Caso existisse consenso acerca do verdadeiro problema, essas pessoas perderiam o palanque e o discurso, pois é muito mais fácil criticar equívocos ocorridos nos século passados, do que investir pesado em educação. Aliás, só mesmo uma população com pouca instrução pra dar ouvidos a tese de babacas como a ex- ministra Matilde Ribeiro, que de positivo nada fez, e só envergonhou a todos usando cartões corporativos em hotéis de luxo e passeando pelo Brasil e pelo mundo.
Aqui em São Paulo, onde existe uma melhor condição econômica em relação ao resto do país, e onde é comum ver negros em colocações melhores e em boas escolas e universidades, também vemos negros agindo como babacas, exatamente cmo os brancos que o ‘criador” do vídeo afirmou ser algo exclusivo dos “euro descendentes”. Atitude não é determinada pela cor. Fosse como pensa o grande diretor do vídeo, todos os negros seriam uns coitados, todos os brancos seriam malvados, o que é um equívoco.
Não estou dizendo que não existe racismo. Existe sim. É fato. Existem babacas brancos, mas tb negros, amarelos e vermelhos que não suportam pessoas de outras raças. Mas isso não é dominante. A questão é social. Tem dinheiro, status, as portas se abrem, seja vc o que for branco ou negro. Agora, vai ver se as portas estão abertas se vc for pobre … e aí, meu amigo, nem adianta ser branco, pois não entra mesmo.
e por acaso todo branco é assim? isso tb nao é preconceito? e se eu quiser sair na rua com a camiseta de orgulho branco, posso? e de orgulho negro?
Todo mundo tem preconceito com alguem, pode ser com negro, com boliviano, com nordestino, com gaúcho, com paulista, com gay. Quem diz que não tem nenhum tipo de preconceito é hipócrita.
Já leu o livro “A Cabeça do Brasileiro”, da UFF? O racismo, o preconceito racial é muito maior entre as classes mais baixas, menos educadas! A educação é a grande vacina! No Brasil não há uma linha de pensamento racista (como nos EUA, com a KKK, por ex.), mas a pura ignorância, falta de formação! (não estou dizendo que entre pessoas com educação formal mais alta não há racismo, mas na média é muito menor!). O lado bom é que a escolaridade está aumentando e isso melhorará este quadro!
Todas as pessoas têm, pelo menos, um tipo de preconceito. O problema dessa porcaria de Brasil é que você não pode externar seus gostos e opiniões. Você, para enquadrar-se na sociedade, deve ser um engolidor de sapos. Se você fala o que pensa, já te taxam de arrogante, preconceituoso, racista, e se vier algum profissional ligado à área de justiça, vão atrás do cidadão para prendê-lo. As leis nesse país são ridículas, como pode haver democracia assim? Você não poder se manifestar contra essa ou aquela idéia, essa ou aquela pessoa?
Parem o mundo que eu vou descer!!!
Não é “preto” é negro!
chamar de preto é racismo!
“É óbvio que o apartheid existe em restaurantes, shoppings, etc”
O que existe no Brasil é o sujeito que afrodescendente mais claro discriminando o mais escuro, visto que a maioria da população é afrodescendente. Existe também a “política da mesquinharia” defendida por ONGs que vivem da cata de palavras feias na boca de celebridades quando deveriam estar a procura do racismo de fato.
odeio vc’s
ha…
sei la mas acho que racismo é coisa d genti fraca, que invez d cuidar da sua vida, fica discriminando os outros.
Ninguem ta livre d casar com alguem negro,ou d ter filhos negros.
nao sou racista e quando presencio algo racista procuro conversar com essa pessoa,pois acho errado.
e é isso vamos viver em um mundo melhor.
bjssssssss