O Som do Coração – Crítica no Omelete: “…É um filme sensível, suave e ao mesmo tempo tomado de uma gama de força, emoção e ensinamentos nas entrelinhas; ou melhor, nas entre-notas musicais.” Opinião do OMEdI: É uma fantasia musical romântica piegas pracacete, cheia de esperança e momentos edificantes, personagens do bem ou do mal, lições de vida e toda essa papagaiada meticulosamente estudada para ficarmos sensibilizados e sairmos felizinhos do cinema. Dica: leve sua namorada que ela vai adorar. Nota 4.
O Orfanato – Se você quer tomar alguns bons sustos, prefira assistir em um cinema vazio. É um filme intrigante, que não apela para efeitos especiais ou computação gráfica mas que começa meio capenga, perde uns 20 minutos explicando um monte de coisas desnecessárias e dá a impressão de que não vai engrenar. Duvido que tenha sido proposital, mas de repente o filme embala e as coisas começam a acontecer, e o que você estava esperando começa a ser oferecido abundantemente. E o resultado é muito bom. Nota 6, com direito a participação do Senhor Barriga, do Chaves (sério).
Na Natureza Selvagem – Tem alguns filmes que são muito difíceis de comentar ou emitir qualquer opinião logo depois de assistí-lo. Este é um desses filmes. A angústia do personagem muito bem construído, a natureza como objetivo de deixar tudo para trás, a felicidade entre desconhecidos. Uma fábula moderna que nos faz pensar que somos todos uns grandes canalhas presos em cubículos para no final do mês comprarmos um carro novo ou pelo menos um novo celular, e que só fugiríamos disso tudo por motivos extremos. Queria pensar um pouco mais sobre ele antes de dar alguma nota, mas não vou. Nota 8.
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7 Comentários
Eu adorei August Rush…achei diferente e bem romântico mesmo. Mas bem que no final essa coisa de ficar subentendido podia ter dado lugar à um pouco mais de emoção entre o casal que não se via há 12 anos. São não curti o final.
Já Into the Wild, achei que foi super bem editado e tem também uma fotografia linda. Inevitavelmente triste por ser de uma história real, mas gostei do resultado geral.
Ótima semana Castrezana!!!
Eu também gostei de August Rush. Só não achei um grande filme.
Acabei de ver Into the Wild… maneiro, muito introspectivo. Queria ter metade dos culhões desse protagonista.
Mas talvez, para acabar me dando conta que a verdadeira felicidade é a compartilhada? Acho que é uma das poucas coisas que acredito serem uma verdade para mim…
Ótima trilha sonora tb, do Vedder, e o Emile Hirsch manda mto bem… bom elenco de apoio(adoro a Kristen Stewart!)
Pra quem gostou de Into the Wild, vale muito a pena a leitura do livro, aliás, até pra quem não gostou do filme. Óbvio que a comparação entre livros e filmes é uma algo completamente sem nexo. Livro não é filme e filme não é livro, ou a velha máxima: uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.
Mas ainda assim vale a recomendação. Existe muito mais espaço para construir toda a realidade e motivos que levam ao nascimento de Alexander Supertramp. Até hoje sou muito grato ao meu amigo que me emprestou esse livro a anos atras.
No filme fiquei com uma leve impressão de ter sido o ambiente familiar um motivo muito forte (talvez o maior) para tudo o que aconteceu. Não penso que tenha sido só por isso.
NA NATUREZA SELVAGEM(INTO THE WILD) NOTA 9, FILME MUITO BOM!!
Tem pessoas nesse mundo que procuram por aventura, dinheiro, felicidade, mas o Christopher só procurava por ele mesmo..
Realmente no filme a imagem de sua saída é por causa da família(isso é o que o filme mostra), mas no livro percebe-se outra coisa!
Há muitos pontos cegos no filme que são entendidos ao ler o livro..
A idéia de que a felicidade não vem somente dos relacionamentos humanos tb é válida e um dos aspectos principais do filme.
Quem ainda não viu, vale a pena ver, e ver com a namorada !
Abraços e bom filme !!
Ainda bem que eu te falei que era o Sr Barriga, né?! Engraçado que você também nem acreditou em mim. Huhauahuah
into the wild eh um lixo. procura-se a liberdade de maneira perversa a quem soh quer o teu bem,e esta ao teu lado. por isso morreu sozinho, achando que fosse a grande gloria da vida